Guilherme Plaça Pinto, que terminou o curso de direito no fim de 2017 no CEUNSP, foi um dos 29 alunos que participou da 14ª edição do Programa de Visitação Técnica do Superior Tribunal de Justiça. De de 05 a 09/02, o Programa recebeu estudantes de Direito de todo o país para conhecer a estrutura e funcionamento do Tribunal. Para este ano de 2018, foram 1.705 inscritos.

O Programa contou com diversas palestras, Seção de Julgamento do STJ e visitas guiadas: STJ, STF, Itamaraty, Congresso Nacional, Praça dos Três Poderes, Ministérios, Catedral Metropolitana, Biblioteca Nacional e museus. Guilherme agradeceu o apoio do CEUNSP e escreveu um depoimento sobre a visita ao Superior Tribunal de Justiça:

“O programa oferece uma oportunidade ímpar de conhecer o Tribunal, possibilitando contato com todas os departamentos e fazendo com que o participante possa entender todo o “caminho”, que um recurso ou processo originário passa para chegar até as mãos do Ministro. Fiquei surpreso com as dimensões do Tribunal, não tinha sequer noção de tamanha grandeza e nem da quantidade de servidores que aqui trabalham”.

De acordo com Guilherme, em 2016, o Superior Tribunal de Justiça recebeu o total de 335.779 processos, sendo que 30% destes vieram do Estado de São Paulo. Hoje, a resposta destes processos está cada vez mais rápida graças aos departamentos internos do Tribunal, como o NARER (Núcleo de Admissibilidade e Recursos Repetitivos). O número de recursos que não preenchem os requisitos básicos de admissibilidade é ainda mais assustador, ultrapassando a casa dos 30%. Como advogado, aprender a importância de tudo isso e ajudar a reverter esse número foi uma experiência única para Guilherme.

O ponto mais alto da visita para ele foi a oportunidade de conhecer pessoalmente o Ministro Gurgel de Faria, da 1ª Turma (Direito Público), em uma conversa no seu gabinete e ter tido a magnifica palestra da atual Presidente do STJ, Ministra Laurita Vaz, que convidou os participantes para uma reflexão sobre o nosso atual cenário no ramo do Direito, aconselhando os participantes a sempre estudarem e se dedicarem, pedindo que sejam agentes transformadores da realidade observada no Tribunal e que procurem fazer a diferença em seus respectivos estados.

Guilherme Plaça Pinto já tirou o registro da OAB e está advogando. Parabéns por todas estas conquistas!